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Em entrevista ao programa Dupla Conexão, integrantes da federação  Psol/Rede explicam definição por candidatura própria sem abrir mão de aliança de esquerda em Petrolina  

#TribunaNordesteDeOlhoem2024

Em entrevista ao programa Dupla Conexão/Rádio Ponte FM, nesta terça, 30, integrantes da Federação Psol/Rede em Petrolina/PE, explicaram a definição pela candidatura própria, mas sem fechar o diálogo com alianças como com o PT.

“Estamos encaminhando o debate e até março devemos deliberar os nomes para a disputa majoritária e para a Câmara Municipal. Nossa deliberação não deixa de dialogar com partidos de esquerda como o PT que também tem nomes para lançar na disputa”, assinalou a secretária financeira do Psol, Maria Perpetua.

O secretário de formação poltca do Psol, Ivan Morais, lembrou que o Psol tem 16 anos de lutas em Petrolina e hoje está nesse novo momento dentro da federação com a Rede Sustentabilidade para consolidar um projeto para a cidade voltado mais para o campo da esquerda.

“Nossa junção com a Rede numa federação é porque nós temos temas e defesas de bandeiras em comum e assim que vamos caminhar, na escuta com a sociedade para apresentar as soluções dos gargalos que Petrolina apresenta”, disse Ivan frisando que a candidatura do Psol/Rede é a candidatura mais a esquerda de Petrolina.

O representante da Rede frisou que a caminhada é para acompanhar nossa candidatura e no segundo turno, o normal é que a gente se colique a uma candidatura mais à esquerda. Descartam apoio ao grupo de Fernando Bezerra Coelho e a Guilherme Coelho.

“Além do projeto de cidade, esta eleição vem para fortalecer o não a Bolsonaro, o não a ditadura, armamentismo, golpes, meu colar de pérolas, meu pix. Essas coisas estaremos contra”, considerou Alex.

Ivan explicou sobre o financiamento da campanha no Psol que prioriza as mulheres, negros, quilombolas, mulheres trans, indígenas, e os grupos LGBTQIA+.

“Eu sou branco e conforme o estatuto do Psol, eu tenho direito a menos recursos do que esses grupos de citamos para financiar a campanha”, registrou o vice-presidente do Psol.“Nós temos dois projetos, um é o que aí está contra os que votam contra a gente contra o povo no Congresso, na Câmara, e por isso, temos que ter cuidado porque o nosso voto tem muito valor. E o outro projeto, o nosso  para construir junto com a população, garantindo, saúde, educação, valorização do salário mínimo e políticas públicas para os trabalhadores e trabalhadoras e a maioria que tem ficado à margem”, disse Perpetua.

Ivan Morais frisou que a esquerda estará no segundo turno. “A gente acredita que a esquerda estará no segundo turno e não tem nada disso de PT se aliar a outro lado. Nós temos dialogado e avançado”, completou o dirigente. (Por Cinara Marques, redação Tribuna Nordeste)

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Cinara Marques

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